…36 Como está escrito: “Por amor de ti somosentregues à morte todos os dias; fomos considerados como ovelhas para o matadouro”.37 Contudo, em todas as coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. 38 Portanto, estou seguro de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, …
UMA IGREJA COMPROMISSADA COM A SALVAÇÃO DA HUMANIDADE POIS JESUS DISSE IDE E ANUNCIAI O EVANGELHO A TODA CRIATURA
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
SEJA UM VENCEDOR EM DEUS ADONAY
…36 Como está escrito: “Por amor de ti somosentregues à morte todos os dias; fomos considerados como ovelhas para o matadouro”.37 Contudo, em todas as coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. 38 Portanto, estou seguro de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, …
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
PARABÉNS A BELÉM 400 ANOS
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
NÃO TENHAS INVEJA DOS PERVERSOS
pois como o capim logo secarão, como a relva verde logo murcharão.
Confie no Senhor e faça o bem; assim você habitará na terra e desfrutará segurança.
Deleite-se no Senhor, e ele atenderá aos desejos do seu coração.
Entregue o seu caminho ao Senhor; confie nele, e ele agirá:
Ele deixará claro como a alvorada que você é justo, e como o sol do meio-dia que você é inocente.
Descanse no Senhor e aguarde por ele com paciência; não se aborreça com o sucesso dos outros, nem com aqueles que maquinam o mal.
Evite a ira e rejeite a fúria; não se irrite: isso só leva ao mal.
Pois os maus serão eliminados, mas os que esperam no Senhor receberão a terra por herança.
Um pouco de tempo, e os ímpios não mais existirão; por mais que os procure, não serão encontrados.
Mas os humildes receberão a terra por herança e desfrutarão pleno bem-estar.
Os ímpios tramam contra os justos e rosnam contra eles;
o Senhor, porém, ri dos ímpios, pois sabe que o dia deles está chegando.
Os ímpios desembainham a espada e preparam o arco para abaterem o necessitado e o pobre, para matarem os que andam na retidão.
Mas as suas espadas lhes atravessará o coração, e os seus arcos serão quebrados.
Melhor é o pouco do justo do que a riqueza de muitos ímpios;
pois o braço forte dos ímpios será quebrado, mas o Senhor sustém os justos.
O Senhor cuida da vida dos íntegros, e a herança deles permanecerá para sempre.
Em tempos de adversidade não ficarão decepcionados; em dias de fome desfrutarão fartura.
Mas os ímpios perecerão; Os inimigos do Senhor murcharão como a beleza dos campos; desvanecerão como fumaça.
Os ímpios tomam emprestado e não devolvem, mas os justos dão com generosidade;
aqueles que o Senhor abençoa receberão a terra por herança, mas os que ele amaldiçoa serão eliminados.
O Senhor firma os passos de um homem, quando a conduta deste o agrada;
ainda que tropece, não cairá, pois o Senhor o toma pela mão.
Já fui jovem e agora sou velho, mas nunca vi o justo desamparado, nem seus filhos mendigando o pão.
Ele é sempre generoso e empresta com boa vontade; seus filhos serão abençoados.
Desvie-se do mal e faça o bem; e você terá sempre onde morar.
Pois o Senhor ama quem pratica a justiça, e não abandonará os seus fiéis. Para sempre serão protegidos, mas a descendência dos ímpios será eliminada;
os justos herdarão a terra e nela habitarão para sempre.
A boca do justo profere sabedoria, e a sua língua fala conforme a justiça.
Ele traz no coração a lei do seu Deus; nunca pisará em falso.
O ímpio fica à espreita do justo, querendo matá-lo;
mas o Senhor não o deixará cair em suas mãos, nem permitirá que o condenem quando julgado.
Espere no Senhor e siga a sua vontade. Ele o exaltará, dando-lhe a terra por herança; quando os ímpios forem eliminados, você o verá.
Vi um homem ímpio e cruel florescendo como frondosa árvore nativa,
mas logo desapareceu e não mais existia; embora eu o procurasse, não pôde ser encontrado.
Considere o íntegro, observe o justo; há futuro para o homem de paz.
Mas todos os rebeldes serão destruídos; futuro para os ímpios, nunca haverá.
Do Senhor vem a salvação dos justos; ele é a sua fortaleza na hora da adversidade.
O Senhor os ajuda e os livra; ele os livra dos ímpios e os salva, porque nele se refugiam.
Salmos 37:1-40
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
A morte não é o fim, é apenas uma interrupção da vida

13 Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança.
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
DE ONDE NOS VIRÁ O SOCORRO?
O meu socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra.
Ele não permitirá que você tropece; o seu protetor se manterá alerta,
sim, o protetor de Israel não dormirá, ele está sempre alerta!
O Senhor é o seu protetor; como sombra que o protege, ele está à sua direita.
De dia o sol não o ferirá, nem a lua, de noite.
O Senhor o protegerá de todo o mal, protegerá a sua vida.
O Senhor protegerá a sua saída e a sua chegada, desde agora e para sempre.
Salmos 121:1-8
terça-feira, 27 de outubro de 2015
Somos predestinados ou temos livre arbítrio?
Somos predestinados ou temos livre arbítrio❓
Quando Deus criou o homem, Deus o criou para ser livre. A capacidade de escolha foi concedida à humanidade a fim de que o homem pudesse desenvolver seu caráter. Se não fosse assim, o homem seria como uma máquina, um robô. Possuindo livre arbítrio nossos primeiros pais tiveram a oportunidade de exercer a faculdade da escolha, quanto a aceitarem e obedecerem ao plano de Deus, ou não.
A vida de Adão e Eva não era ociosa no paraíso. Diz o relato bíblico que “Deus pôs o homem no Jardim do Éden para o lavrar e o guardar” (Gênesis 2:15). Os animais também receberam nomes dados por Adão. Assim nossos primeiros pais estavam envolvidos com as atividades normais da vida e viviam felizes no seu relacionamento mútuo, bem como no seu relacionamento com Deus.
Os versos 16 e 17 do mesmo capítulo dois relatam uma instrução do Senhor: “De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comerdes, certamente morrerás.”
Essa orientação nos indica que Deus se comunicava diretamente, face a face, com Adão e Eva. Isso nos serve de base também para concluirmos que o Senhor tomava tempo para instruir pessoalmente o primeiro casal. Não erramos em afirmar que Deus lhes contou a história da rebelião ocorrida no céu e que eles não estavam livres da presença do tentador. Mas, se desejassem, poderiam seguir fiéis e leais ao Criador. Enquanto quisessem, seriam felizes e permaneceriam livres das conseqüências do pecado.
Mas isso não aconteceu. No capítulo três de Gênesis encontramos o triste relato de como Adão e Eva cederam as insinuações de Satanás.
Muitas pessoas incrédulas têm zombado da maneira como a Bíblia trata e apresenta esse assunto. Ele é muito mais abrangente do que o simples comer um fruto proibido. Percebemos em todos os aspectos a perfeita harmonia de caráter de um Deus que é plenamente Santo e plenamente justo.
Sendo o homem livre, e existindo o pecado, era necessário que Adão e Eva, por sua própria escolha, manifestassem o desejo de serem fiéis a Deus ou não. Houvesse Deus estabelecido uma prova difícil e todos o julgariam tirano e arbitrário. Escolhendo Deus uma única árvore, num lugar onde havia tantas outras e com tanta variedade de frutos, mostrou Sua bondade, simpatia e misericórdia para com o par inocente.
O ato de comer do fruto mostrou que Adão e Eva acreditaram mais nas palavras da serpente, que até então não havia falado, do que nas palavras de Deus. O problema central da queda do homem foi a desconfiança, falta de fé nas orientações de Deus.
A serpente, que foi usada como médium, por Satanás, apresentou para eles uma outra versão dos resultados de se comer daquele fruto. E entre crer na palavra do Criador, e crer nas palavras da serpente, Adão e Eva escolheram as palavras da serpente. Que tragédia!
Deus dissera que iriam morrer. Satanás mentiu dizendo que não morreriam. Em Gênesis três, 7 a 24 encontramos os resultados e as conseqüências dessa escolha humana. As mais drásticas conseqüências foram várias separações, que podem ser assim enumeradas:
A primeira, a separação entre Deus e o homem. Sendo Deus Santo e perfeito, todo pecado não subsiste na Sua presença. Assim, Adão e Eva não poderiam mais ver a face de Deus. O profeta Isaías menciona que são os nossos pecados que nos fazem separação entre nós e o nosso Deus (Isaías 59:2).
A segunda, é a separação da natureza humana. Sendo o homem criado perfeito, puro e santo, sem nenhuma inclinação para o mal, essa natureza foi manchada e corrompida. Após o pecado, o homem passou a ter uma natureza dividida entre o bem e o mal. Perdeu a capacidade natural de fazer o bem e obedecer a Deus embora tenha restado algo em si da imagem de Deus com que foi criado. A vontade do homem passou a ser pecaminosa.
Uma terceira separação que podemos destacar como conseqüência do pecado é no relacionamento humano. Caso quisesse, Adão poderia ter resistido à oferta de Eva. Mas, por amor a ela, Adão consentiu também em comer. Quando Deus perguntou o porquê do ato errado, Adão acusou a mulher (Gênesis 3:12).
Dessa maneira, a partir de então, não poderia mais existir pura liberdade e total democracia. Sempre haveria dominador e dominados (verso 16). As diferenças e injustiças sociais que marcaram a história da humanidade, e maltratam ainda hoje, nada mais são do que conseqüência do pecado.
A quarta separação ocasionada pelo pecado é entre o homem e natureza. Quando Deus criou o homem, deu-lhe amplo domínio sobre toda a natureza (Gênesis 1:26). Após o pecado, o homem perdeu esse domínio. Satanás, levando o homem ao pecado, tirou esse direito. Lemos na segunda carta aos Coríntios 4:4 que Satanás é chamado o “deus deste século”.
E uma quinta separação ocasionada pelo pecado é a separação na própria natureza. Também aqui vemos a existência do bem e do mal. Era bela, perfeita, simétrica. Com o pecado, o quadro ficou feio. Na carta aos Romanos, capítulo 8:22, Paulo escreveu que “toda a criação geme e está justamente com dores de parto até agora”.
Mas a pior de todas as conseqüências do pecado é a morte. Deus disse: “Do suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado, porquanto és pó, e em pó te tornarás.”
O apóstolo Paulo confirmou essa sentença quando afirmou que “o salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23). Deus é o autor e doador da vida. Pelo poder que emana de Deus todos os seres vivos são conservados com vida. Quando o homem pecou, automaticamente ficou separado de Deus e naquele mesmo momento começou a morrer.
Todos nós nos tornamos pecadores também. Muitas pessoas pensam que pecadores são aqueles que praticam pecados ou más ações. Isto está certo, mas não revela a outra face do assunto. Paulo, na mesma carta aos Romanos, capítulo 5, verso 12, diz o seguinte: “Portanto, assim como por meio de um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens porque todos pecaram.”
Amigo querido, Deus não apenas proferiu sentenças e castigos, mas fez também uma promessa. Que um dia, Alguém nascido de mulher seria o único e suficiente capaz de anular a serpente. Deus estava, desta maneira, assegurando a possibilidade de vida para a humanidade. Ainda que viessem a morrer nesta vida, teriam a promessa e a certeza de ressuscitarem e viverem de acordo com o plano de Deus, quando Ele restaurasse o mundo e eliminasse o pecado. Essa é a nossa certeza!
A VERDADEIRA DOUTRINA SOBRE O INFERNO
IGREJA ANUNCIANDO JESUS
ANUNCIANDO O REINO DE ADONAY
PASTOR RODRIGO ( YOYO)
BELÉM-PARÁ-BRASIL
A palavra “inferno” vem do latim “inferii” e significa “lugar inferior”. A idéia de inferno como um lugar de fogo, para onde vão almas incorpóreas condenadas, não se encontra nas Escrituras, apesar de aplicações que normalmente se fazem de textos simbólicos e parábolas.
Esta palavra foi colocada nas traduções em português para substituir cinco outras palavras, com significado completamente diferente do conceito religioso popular do inferno. Isso ocorreu devido à crença que o tradutor nutria previamente, e que o influenciou a colocar a palavra “inferno” nas traduções que fez.
Algumas Bíblias antigas trazem “inferno” em 1Cor. 15:55, mas outras versões mais modernas, como a Almeida Atualizada, trazem “morte”, que é mais correto. O mesmo ocorre em Apoc. 20:13, onde se lia “a morte e o inferno”, encontra-se agora, “a morte e o além”. Nesta passagem, a palavra grega é hades, que pode significar “sepultura”.
As cinco palavras que foram normalmente traduzidas por “inferno” são:
GEENA (hebraico) que é uma forma simplificada da expressão ge (vale) bem (filho) e Hinom (nome da família proprietária de uma área próxima a Jerusalém), ou seja, “vale dos filhos de Hinom”. Essa palavra se encontra nos evangelhos (como em Mat. 5:22, 29) e nada tem a ver com um inferno de fogo eterno. Era um vale onde se faziam sacrifícios humanos e se queimavam os corpos de pessoas aos ídolos. O profeta Jeremias profetizou que ali seriam lançados os corpos dos desobedientes, e lá ficariam expostos (Jer. 7:31-34). Nos dias de Jesus, o local continuava a ser depósito de animais e lixo em putrefação, e os moradores sempre ateavam fogo para consumir os restos ali deixados. Esse lugar Jesus usou para simbolizar o fim trágico que aguarda os desobedientes. Apenas corpos físicos eram consumidos no GEENA, por isso que havia bichos nos corpos podres, coisa que “almas” não têm. Nada a ver com almas/espíritos queimando num fogo eterno.
HADES (grego) - usada no NT juntamente com SHEOL (hebraico – AT), e que significam “sepultura”, “lugar dos mortos”, “morada dos mortos”. Entre outros textos, hades aparece em Apoc. 20:13. Aqui o inferno (na verdade a sepultura) é o lugar onde estão os mortos, pois ele mesmo (inferno = sepultura) é lançado no lago de fogo, onde é destruído (Apoc. 20:14) pois a sepultura é o símbolo da morte que Jesus destruiu. Sheol, seu equivalente hebraico, também significa “sepultura”, sendo equivocadamente traduzida por “inferno”. Em Jó 17:16 declara-se que os mortos ficam no pó, e em Isa. 14:9-11 se declara que o inferno (sheol) é um lugar onde os bichos comem os cadáveres. Também nada a ver com lugar de fogo eterno. Aliás, ainda em Apoc. 20:10 se diz que o próprio Diabo somente será lançado no lago de fogo, que se forma quando Jesus volta no Juízo Final, quando Deus derrama fogo do céu. No verso 14 diz-se que o próprio inferno (sepultura) também é lançado nesse final lago de fogo. Posteriormente, explicaremos sobre o fogo ser “eterno”.
TANATO (grego). Esta palavra ocorre em vários lugares, mas é traduzida em 1Cor. 15:55 como “inferno”. Na realidade, a falha de tradução foi tão clara que nem os que crêem no inferno tradicional mantiveram o erro, e corrigiram na Almeida Atualizada. Lá diz “onde está ó morte (tanato) a tua vitória onde está ó inferno (tanato = morte) o teu aguilhão?” O verso 54, diz que a morte (inferno) perde a vitória e o aguilhão, porque Jesus nos dá a imortalidade. Também não tem nada a ver com um lugar de fogo onde as pessoas ficam queimando.
A quinta e última palavra é TÁRTAROS (“lugar de trevas”). Esta palavra ocorre na Bíblia apenas uma vez em 2Pe 2:4. O próprio texto declara que os anjos foram expulsos da presença de Deus, ou seja, onde está a verdadeira luz, para o exterior que são as trevas, privados da luz do céu onde moravam. Conforme diz o texto, esse “inferno” também não tem fogo, somente a escuridão da ausência de Deus. Além do mais, em harmonia com Apoc. 20:9,10,14 eles estão aguardando o Juízo Final quando, somente então, serão lançados no Lago de Fogo produzido pelo fogo que desce do Céu e que os destrói juntamente com os que rejeitaram a salvação de Cristo. Esta palavra, a última, também nada tem a ver com o inferno tradicional.
Surge então a pergunta: e o “fogo eterno” que Apoc. 20 diz que se formará depois do milênio, com o fogo e enxofre que desce do céu?
O FOGO ETERNO NA BÍBLIA
As passagens onde aparece a menção do fogo eterno são as seguintes:
Mat. 18:8
Mat. 3:12
Apoc. 14:11
Mat. 25:41
Marc. 9:43
Apoc. 19:3
Jud. 1:7
Luc. 3:17
Apoc. 20:10
A palavra grega para “eterno”, ou equivalente, é aion, que significa uma duração relativa ao que se refere. Pode estar falando que é eterno “sem fim”, ou que é eterno “enquanto dura”. Ou seja, precisamos examinar o contexto para saber se é eterno sem fim, ou eterno até que acabe.
Em Apoc. 20:10 diz-se que serão atormentados pelos séculos dos séculos (aion ton aion, em grego, que quer dizer “para sempre”, “eternamente”, conforme algumas traduções). Mas esse “pelos séculos dos séculos” é previamente explicado no verso anterior, que diz que o fogo que desceu do céu os “CONSUMIU” (do grego KATAPHAGEN,a mesma palavra que Jesus utiliza na parábola do semeador para dizer que as aves COMERAM as sementes que estavam à beira do caminho – cf. Mat. 13:4); logo, serão atormentados “eternamente” até que toda a substância seja consumida, tendo como resultado, a destruição - que será “eterna”.
Outro exemplo que nos ajuda a entender este “fogo eterno” é o texto de Judas 6,7, onde diz de forma clara que os anjos estão em trevas esperando o Juízo (o mesmo que diz Pedro, como já vimos) em “algemas ETERNAS” (aion). Ora, as algemas eternas serão tiradas quando chegar o Juízo e a condenação final, e a sentença for decretada, assim, a algema é “eterna” somente até que se cumpra o seu objetivo.
O verso 7 diz que o “exemplo do fogo eterno” é o da punição que caiu sobre Sodoma e Gomorra e as cidades vizinhas. Qual foi a punição de Sodoma e Gomorra? Estão queimando até hoje? Claro que não!
O apóstolo Pedro declara que Sodoma e Gomorra se tornaram em “cinzas” (2Pe 2:6) para mostrar o exemplo do que acontecerá aos que vivem impiamente.
Deus é amor (cf. 1Jo 4:8). Como podemos crer que Ele deixaria alguém ficar por milênios, pela eternidade afora, sendo queimado em dores inimagináveis por pecados de uma vida passageira?
Deus NUNCA falou isso; mas disse que o homem que pecasse, morreria (cf. Ezeq. 18:20); a conseqüência de comer da árvore da Ciência do Bem e do Mal era a morte (cf. Gên. 2:17).
Quem lançou o ensino da imortalidade não foi Deus, mas sim o diabo (cf. Gên. 3:4).
A PARÁBOLA DO RICO E LÁZARO (Lucas 16:19-31)
O próprio relato já é considerado uma “parábola”. Nela, o justo não vai para o céu, mas para o simbólico “seio de Abraão”; também não se trata de “almas” (no conceito moderno espírita) no fogo, mas de corpo físico com dedo, língua e que sente calor e pede água para matar a sede.
O rico teve muitas oportunidades para socorrer a Lázaro, mas não o fez. Evidentemente não tratou mal ao desventurado que, sem dúvida o supunha o rico, estava sofrendo um castigo de Deus. Sua atitude foi similar a que expressou Caim quando respondeu: "Sou eu guardador do meu irmão?" (Gên. 4:9). Não maltratou a Lázaro, mas não foi misericordioso com ele. Adotou uma posição negativa frente a suas responsabilidades nesta vida, em vez de assumir uma atitude positiva. Não conhecia o verdadeiro significado do segundo grande mandamento da lei, que ordena amar ao próximo (ver com. Mat. 5:43; 22:39; 25:35-44). Este rico, como a nação judia, não estava fazendo nenhum bem positivo, e por isso era culpado de um grave mal: apropriava-se de todas as vantagens que o céu lhe tinha concedido, desfrutando delas apenas para seu próprio prazer e complacência. Essa era a lição que Jesus queria ensinar com a parábola, conforme o próprio contexto da passagem nos esclarece. Não tinha nada que ver com o destino dos mortos, mas sim com a falta de compaixão que a nação judaica nutria pelos então considerados “ímpios”.
SURGIMENTO DA DOUTRINA DO INFERNO
É clara a intenção dos teólogos de concretizar na mente das pessoas a idéia de um inferno literal, como destino para aqueles que morressem desligados da salvação. Segundo Paul Johnson, em seu livro História do Cristianismo, “os escritores pastorais eram muito mais específicos a respeito do Inferno que do Céu; escreviam como se tivessem estado lá. Os três grandes doutrinadores medievais – Agostinho, Pedro Lombardo e Aquino – insistiam em que as penas infernais eram tanto físicas quanto mentais e espirituais, e fogo de verdade tomava parte dos tormentos” (2001, pág. 413).
A mitologia grega foi a grande influência sobre o cristianismo, com relação ao tema do inferno. Os gregos faziam uso constante da figura do Hades (o local onde eles acreditavam que a alma dos mortos permanecia ardendo em fogo eterno), o que foi posteriormente introduzido e desenvolvido na teologia católica e cristã como um todo.
A História Cristã demonstra que a doutrina do inferno desenvolveu-se paulatinamente, desde o início do catolicismo romano, e foi cada vez ganhando mais força e adeptos ao longo da Idade Média, chegando até os dias atuais.
CONCLUSÃO
Finalmente, o apóstolo Paulo ensina que mesmo os que morreram em Cristo não estão ainda habitando o céu, a não ser quando ocorrer a ressurreição. Eles não vão nem para o céu, nem para um lugar de tormento ao morrerem. Isso somente ocorrerá com a final destruição dos ímpios na volta de Jesus. Também não vão como almas sem corpo. A Bíblia ensina que se não houver ressurreição “naquele dia”, todos os que morreram em Cristo, mesmo eles, estarão perdidos (cf. 1Cor. 15:16-18).
É interessante notar como a doutrina da ressurreição dos mortos é pouco falada nos púlpitos que ensinam a vida após a morte, pois seria uma grande contradição tentar conciliar estes dois ensinos – ressurreição x recompensa logo após a morte. Imagine o caso de Lázaro: ser resuscitado (ou retirado da "Glória" como ensinam alguns cristãos de hoje) e devolvido para a miséria deste nosso mundo doente!
Em Ezeq. 18:23 Deus declara que não tem prazer na MORTE do ímpio, não se compraz em seu tormento eterno. Perder a salvação, sofrer “conforme as suas obras” e receber a morte e o esquecimento eterno é a maior punição que Deus pode dar a alguém. É um verdadeiro sadismo se deleitar na dor prolongada de alguém. Deus não faz isso, nem mesmo no ato da morte, quanto mais na contemplação eterna de alguém em infinitas agonias.
Graças a Deus que sua Palavra nos informa: “não tenho prazer na morte de ninguém” (Ezeq. 18:32; 33:11), mesmo que seja ímpio. A extinção é a pena máxima.

